Luna
Samoieda
23 de Abr, 2010
22 de Out, 2019
Luna, ah Luna. Nosso bebê. Nosso dengo. Nossa menina há 9 anos. Luna amava comer cenoura. Esperava o picolézeiro pra descolar um picolé. Comia maçã segurando com as patinhas. Todo dia acordava e sentava ao lado da mesa de café pra ganhar um mimo. Voltávamos dos lugares pra não deixá-la tanto tempo sozinha. Era só falar "Zimbros" que era a primeira ir pro carro. Era ciumenta com tudo que ela ganhava. Tudo que era dela, ninguém mexia. Latia pro controle do ar condicionado qdo estava calor. Dormia nos pés dos meus pais qdo filhote. Cresceu, dormia ao lado da cama do @aquino.evaldo. Diversas vezes quando eu chorava, ela vinha me dar um "confere". Nove anos. Nove anos que ela nos trouxe alegrias. Nós 4 nunca mais fomos os mesmos desde o momento que ela chegou. Ela foi um presente de dia dos namorados pra mãe. Ela veio em forma de amor. A luna é amor! E jamais vai deixar de ser. A Luna não era a cachorra mais dócil, mas sabia ser fofinha com a gente. Só gostava de passear de carro. Não gostava de brincar de buscar a bolinha, mas da gente correr atrás dela sim. Rosnava porque recebia carinho, mas latia pra receber mais. Ninguém entendia. Costumava dizer que ela gostava de carinhos por exatos 60 segundos. Mas ela era minha. Meu urso. Minha brava linda. Minha peluda. Eu amo o focinho dela. Amo as patas gordas. E a barriguinha branquinha cheia de pintinhas também.
Luninha, obrigada por ter escolhido nossa família. Você cumpriu seu papel na Terra que foi transmitir amor e mais amor.
Meu conforto é que você foi amada demais, paparicada, cuidada e tão mimada e que eu não sai do teu lado até o último momento.
Descansa minha menina e rosna muito aonde tu estiveres.
Você marcou a nossa vida e ninguém além da gente entende o quanto. 💗
Com amor da mana, Karina.

Minha Luna, minha vida. O seu adoecer me fez conhecer a tão famosa e horrível crise de ansiedade. A sua partida por outro lado, criou uma lacuna - um hiato- em meu peito. Aquietar a alma e acalmar meu coração têm sido um exercício diário, e eu o pratico lembrando de todos os momentos pelos quais passamos juntos. Conforta-me sentir que, apesar de estarmos tristes com a sua despedida, você foi embora contente por ter nos conhecido. Afinal, quantos animais passam a vida sozinhos, à própria sorte? Já você teve um nome, um lar, água, comida, mimos (muitos, muitos, muitos mimos) e divertimento, Afastamos você do medo, do perigo, do frio, da dor e da fome. No que lhe diz respeito, vocês nos fez FELIZES. Conhecemos o amor incondicional por obra sua, e o amor nunca morre. Até um dia. O mano aqui te ama em essência e sentirá saudades.
Com amor, do mano Bruno.