Penélope
Poodle
17 de Ago, 2010
30 de Dez, 2024
A Penélope ou Pê, como geralmente era chamada por nós, foi uma presença muito especial que tivemos o privilégio de ter.
O início de sua vivência foi afastado de nós, mas acompanhado da sua mãe Latifa e de sua irmã Sasha. Juntas se aventuraram até o momento em que a Pêzinha ficou sozinha e, então, veio morar conosco.
A sua chegada, até hoje lembrada por todos de casa, trouxe alegria e um novo ritmo para todos. A partir daquele momento, todos tínhamos o companheirismo e o afago da Penélope, que mesmo sem falar, expressava o seu amor e nos preenchia.
A sua presença exemplificou e reforçou para nós os conceitos de amor, de lealdade e de companheirismo.
Como se pressentisse, vinha sempre agradar, tocar com o focinho ou abanar o rabo para animar quem estava meio desanimado na casa.
O voltar para casa era sempre acompanhado da recepção festiva da Pê, os passeios de carro eram marcados pela sua alegria e pela sua ansiedade característica, as quais a fazia andar diferente, saltar e até tossir para que a pegassem no colo, gesto que trazia a certeza de que iria sair junto. Mais certeza e empolgação vinham quando ela vestia uma de suas roupinhas.
Também foi uma fiel companheira do seu tutor predileto: fazia acompanhamento e monitoramento 24 horas dele: suas rondas de farejamento eram constantes pela casa e acompanhadas de muitos risos, pois a Pêzinha sempre invertia a ordem de buscas, o que atrasava encontrar o “procurado” e despertava a sua ansiedade e a fazia repetir a rota já feita.
Hoje, tudo isso e muitas outras coisas que a sua presença trazia não existem mais, mas o que nos consola é que você não está mais sofrendo com dores. Lamentamos e sofremos muito por não termos o poder de tirar a dor e o sofrimento pelo qual passou, pois você merecia só as coisas boas da vida.
Embora isso, queremos que saiba que você é constantemente lembrada por todos aqui com muito amor e carinho. Somos muito gratos por tudo que vivemos com você, Pêzinha.